quinta-feira, 24 de novembro de 2016

"O rosto atrás do rosto"*


Vamos falar sobre suicídio?

Os dados atuais divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que aproximadamente 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo todo a cada ano, o que daria em média 1 morte a cada 40 segundos. No Brasil, entre 2010 e 2012, o índice feminino cresceu quase 18%. Entre as mulheres na faixa etária de 15 a 29 anos, o índice é de 2,6 por 100 mil pessoas, saltando para 10,7 entre a população masculina. Dentre esses dados, para cada caso fatal há ao menos 20 tentativas que não dão certo. Comparado a acidentes de trânsito (maior causa de mortes no mundo), indica-se que, em segundo lugar, o fator suicídio é responsável por 7,3% das mortes no Brasil.
Os dados são alarmantes, porém é evidente que a correria do dia a dia pode influenciar direta ou indiretamente no agravamento desses sintomas, desencadeando transtornos psíquicos ao longo da vida. Quadros de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e abuso de álcool, entre outros transtornos são mais comuns do que pensamos. Por mais que não seja um caminho simples, devemos pensar em como somos afetados e como nos deixamos afetar pelo contexto que nos cerca, estando atentos a pequenos sinais de dor ou cansaço psíquico e utilizando-nos de ferramentas eficientes para evitar transtornos maiores. 
Às vezes, é preciso se desligar ou se religar com os sentidos e sentimentos. Além disso, a terapia pode ser uma boa escolha para quem busca um stop do dia a dia, assim como permite o acesso a novas perspectivas sobre determinadas situações, funcionando como uma descarga de emoções e de ressignificações. Nesse contexto, a Biblioterapia é uma ótima ferramenta, principalmente em grupo, pois permite que os participantes conversem e troquem entre si, aliviando suas angústias, encontrando amparo e buscando novas soluções para seus problemas.
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Para saber mais:
*Título emprestado do conto de Marina Colasanti, no livro "Doze reis e a moça no labirinto do vento", também no nosso acervo.

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